
Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.
sábado, dezembro 05, 2009
Então já é Natal

- Passa e passou que nem me dei conta e olha que bolinhas originais para este Natal
Uma janela para o céu
UMA JANELA PARA O CÉU
FILME NAO LANÇADO NEM EM FITA E NEM EM DVD AQUI NO BRASIL. RARIDADE
Basead o na história real de Jill Kinmont, trata-se de história passada em 1955, quando a jovem Jill, então com 18 anos de idade, revela-se um enorme talento para o esqui e aposta certa para vencer os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956. Mas acontece uma fatalidade: Jill por pouco não perde a vida após uma queda brutal na neve, mas fica paralisada do pescoço para baixo. Ainda que esteja impedida de praticar esportes para sempre, Jill agora tem uma outra batalha: viver e conviver com sua deficiência. Para isso ela vai contar com a ajuda de amigos, dos pais e parentes.
Gatos e Peixes


Gatos são praticamente feitos para serem fotogrados e são debochados, já esse peixe ao lado é um devorador de pênis de moluscos bizarro. O que tem haver uma coisa com outra? Nada igual essa outra reportagem:Peixe-gato morre ao tentar comer bola de futebol e um policial o encontra
Nada a ver com nada!!
Filosofia barata
Que a gente nunca se sente feliz isso é fato.Nem importa se você tenha 5 ou 99 anos, se tem um Porsh ou uma bicicleta enferrujada, se namora alguém lindo ou banguela,se ganha um salário mínimo ou máximo. Fato é infelicidade tornou-se um hábito, que se cultiva, rega-se todos os dias com água salobra, fertilizando com todos os nãos que se recebem automaticamente. Mas tua consciência que nos aponta tudo o que falta na existência.
PRESTE ATENÇAÕ: Olhe para sua vida nesse exato momento e pergunte a si mesmo se seria capaz de levá-la dessa maneira até o últimos dos seus dias, assim, do mesmo jeitinho que está agora. Se você me disser que não, que nem fudendo QUE sua vida NÃO vai ser assim pra sempre, é porque você é infeliz.
e TEM MAIS ... sempre achamos que o agora tá meio TOM PASTEL, meio apagadinho, mas que logo mais vai evoluir para um COLORIDO radiante e cheio de vida, brilho e glamour. Sempre daqui um tempo.
ENTÃO TEMOS O contrasenso: a falta de alguma coisa nos faz sentir mais completos. E aí desejamos algo que não temos, alimentamosO DESEJO e lá vamos nós correr atrás de alguma coisa, nem que seja do nosso próprio rabo. E, dependendo de como anda a estabilidade emocional, é aí que vocÊ PODE achar seu caminho, ou QUEM sabe se perca de vez nessa estrada longa da vida. O risco de acertar pode ser de É engraçado como a gente nunca se sente feliz. Não importa se você tenha 10 ou 90 anos, se tem um Jaguar ou uma bicicleta enferrujada, se seu namorado é lindo ou banguela, se seu salário é mínimo ou máximo. A infelicidade é hábito, o qual cultiva-se, rega-se todos os dias com água salgada, aduba-se com todos os nãos que caem na nossa cabeça. É aquele diabinho sentado no nosso ombro esquerdo que nos aponta tudo o que falta na nossa existência.
Quer ver? Olhe para sua vida nesse exato momento e pergunte a si mesmo se seria capaz de levá-la dessa maneira até o últimos dos seus dias, assim, do mesmo jeitinho que está agora. Se você me disser que não, que nem fudendo sua vida vai ser assim pra sempre, é porque você é infeliz.
É aquela coisa... sempre achamos que o agora tá meio rosa-bebê, meio apagadinho, mas que logo mais vai evoluir para um magenta radiante e cheio de vida, brilho e glamour. Sempre daqui um tempo.
E aí que mora o contrasenso: a falta de alguma coisa nos faz sentir mais completos. E aí desejamos algo que não temos, alimentamos o diabinho e lá vamos nós correr atrás de alguma coisa, nem que seja do nosso próprio rabo. E, dependendo de como anda sua estabilidade emocional, é aí que vocë acha seu caminho, ou se perde de vez nessa estrada doida. O risco de acertar é 50%.
Digo porque sei como são as coisas. E isso me dá nos nervos. Homem casado que quer comer as amigas, magras que querem ganhar massa e gordas que querem murchar, profissionais que ganham bem mas querem reconhecimento, profissionais reconhecidos sem família, homem que quer ser mulher, mulher que quer ser virgem de novo... e aí que se joga a brincadeira de o que você quer ser quando crescer.
E lembro das coisas que eu já quis ser quando era criança. Astronauta, ufóloga, arqueóloga, baliza de fanfarra, veterinária, cientista, ginasta. E jornalista. Lembrou também de uma amiga minha de faculdade que queria ser médica legista, daquelas que examinam cadáveres e fazem autópsia. Ela adorava ver fotos de gente morta na internet e nem se importava de comer o almoço em frente ao computador. Virou repórter de rádio e pelo que eu saiba, da parte policial. Meio sonho realizado.
Engraçado, pra mim tocar nesses assuntos é incômodo, chato e desconfortável. O resultado foi um texto mala e de caráter " oi me ajuda? to me sentindo estranha". É que hoje acordei meio assim, chatinha, apagadinha... meio rosa-bebê querendo ser magenta. 50%.
Digo isso porque sabemos como são as coisas. E isso me dá nos nervos. Exemplo Homem casado que quer comer as amigas, magras que querem ganhar massa e gordas que querem murchar, profissionais que ganham bem mas querem reconhecimento, profissionais reconhecidos sem família, homem que quer ser mulher, mulher que quer ser virgem de novo... e aí que se joga a brincadeira de o que você quer ser quando crescer.
E lembro das coisas que eu já quis ser quando era criança. Veterinário, astronauta, ufólogo, arqueólogo, baliza de fanfarra, cientista. E jornalista. Mas não Psicólogo. Lembrou também de uma amiga minha de faculdade que queria ser médica legista, daquelas que examinam cadáveres e fazem autópsia. Ela adorava ver fotos de gente morta na internet e nem se importava de comer o almoço em frente ao computador. Virou repórter de rádio e pelo que eu saiba, da parte policial. Meio sonho realizado.
Engraçado, pra mim tocar nesses assuntos é incômodo, chato e desconfortável. O resultado foi um texto mala e de caráter " oi me ajuda? to me sentindo estranho". É que hoje acordei meio assim, chatinho, apagadinho... meio rosa-bebê querendo ser magenta.
PRESTE ATENÇAÕ: Olhe para sua vida nesse exato momento e pergunte a si mesmo se seria capaz de levá-la dessa maneira até o últimos dos seus dias, assim, do mesmo jeitinho que está agora. Se você me disser que não, que nem fudendo QUE sua vida NÃO vai ser assim pra sempre, é porque você é infeliz.
e TEM MAIS ... sempre achamos que o agora tá meio TOM PASTEL, meio apagadinho, mas que logo mais vai evoluir para um COLORIDO radiante e cheio de vida, brilho e glamour. Sempre daqui um tempo.
ENTÃO TEMOS O contrasenso: a falta de alguma coisa nos faz sentir mais completos. E aí desejamos algo que não temos, alimentamosO DESEJO e lá vamos nós correr atrás de alguma coisa, nem que seja do nosso próprio rabo. E, dependendo de como anda a estabilidade emocional, é aí que vocÊ PODE achar seu caminho, ou QUEM sabe se perca de vez nessa estrada longa da vida. O risco de acertar pode ser de É engraçado como a gente nunca se sente feliz. Não importa se você tenha 10 ou 90 anos, se tem um Jaguar ou uma bicicleta enferrujada, se seu namorado é lindo ou banguela, se seu salário é mínimo ou máximo. A infelicidade é hábito, o qual cultiva-se, rega-se todos os dias com água salgada, aduba-se com todos os nãos que caem na nossa cabeça. É aquele diabinho sentado no nosso ombro esquerdo que nos aponta tudo o que falta na nossa existência.
Quer ver? Olhe para sua vida nesse exato momento e pergunte a si mesmo se seria capaz de levá-la dessa maneira até o últimos dos seus dias, assim, do mesmo jeitinho que está agora. Se você me disser que não, que nem fudendo sua vida vai ser assim pra sempre, é porque você é infeliz.
É aquela coisa... sempre achamos que o agora tá meio rosa-bebê, meio apagadinho, mas que logo mais vai evoluir para um magenta radiante e cheio de vida, brilho e glamour. Sempre daqui um tempo.
E aí que mora o contrasenso: a falta de alguma coisa nos faz sentir mais completos. E aí desejamos algo que não temos, alimentamos o diabinho e lá vamos nós correr atrás de alguma coisa, nem que seja do nosso próprio rabo. E, dependendo de como anda sua estabilidade emocional, é aí que vocë acha seu caminho, ou se perde de vez nessa estrada doida. O risco de acertar é 50%.
Digo porque sei como são as coisas. E isso me dá nos nervos. Homem casado que quer comer as amigas, magras que querem ganhar massa e gordas que querem murchar, profissionais que ganham bem mas querem reconhecimento, profissionais reconhecidos sem família, homem que quer ser mulher, mulher que quer ser virgem de novo... e aí que se joga a brincadeira de o que você quer ser quando crescer.
E lembro das coisas que eu já quis ser quando era criança. Astronauta, ufóloga, arqueóloga, baliza de fanfarra, veterinária, cientista, ginasta. E jornalista. Lembrou também de uma amiga minha de faculdade que queria ser médica legista, daquelas que examinam cadáveres e fazem autópsia. Ela adorava ver fotos de gente morta na internet e nem se importava de comer o almoço em frente ao computador. Virou repórter de rádio e pelo que eu saiba, da parte policial. Meio sonho realizado.
Engraçado, pra mim tocar nesses assuntos é incômodo, chato e desconfortável. O resultado foi um texto mala e de caráter " oi me ajuda? to me sentindo estranha". É que hoje acordei meio assim, chatinha, apagadinha... meio rosa-bebê querendo ser magenta. 50%.
Digo isso porque sabemos como são as coisas. E isso me dá nos nervos. Exemplo Homem casado que quer comer as amigas, magras que querem ganhar massa e gordas que querem murchar, profissionais que ganham bem mas querem reconhecimento, profissionais reconhecidos sem família, homem que quer ser mulher, mulher que quer ser virgem de novo... e aí que se joga a brincadeira de o que você quer ser quando crescer.
E lembro das coisas que eu já quis ser quando era criança. Veterinário, astronauta, ufólogo, arqueólogo, baliza de fanfarra, cientista. E jornalista. Mas não Psicólogo. Lembrou também de uma amiga minha de faculdade que queria ser médica legista, daquelas que examinam cadáveres e fazem autópsia. Ela adorava ver fotos de gente morta na internet e nem se importava de comer o almoço em frente ao computador. Virou repórter de rádio e pelo que eu saiba, da parte policial. Meio sonho realizado.
Engraçado, pra mim tocar nesses assuntos é incômodo, chato e desconfortável. O resultado foi um texto mala e de caráter " oi me ajuda? to me sentindo estranho". É que hoje acordei meio assim, chatinho, apagadinho... meio rosa-bebê querendo ser magenta.
segunda-feira, novembro 30, 2009
Um campo de sonhos ...
domingo, novembro 29, 2009
Hoje dia de cozinha experimental

Estou me sentindo num daqueles laboratórios químicos, com grandes quantidades de substancias mas teremos pouca comida afinal estou num regime ...A comida não é tão refinada então temos: refogado de legumes, com tempêros diversos e carregado açafrão, cove ao bafo, picadinho de carne e arroz temperado! Salada de acelga! Depois de pronto se ficar com um visual legal até tiro uma foto ...Le Cordon Bleu precisa me descobrir!!
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